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Na última quarta-feira (12), data em que é comemorado o Dia dos Namorados, a Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer, grupo de voluntários que atuam no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), promoveram a ação “Cuide bem do seu amor”. Criada há cinco anos, a atitude buscou estimular os casais a declararem o amor que tem um pelo outro, com o objetivo de incentivar pacientes e acompanhantes a demonstrarem a importância da presença e do cuidado do parceiro em suas vidas, principalmente durante a luta contra o câncer. “Infelizmente, a incidência do abandono ainda é grande. No momento que a pessoa se vê doente e sem o apoio do parceiro, ela tende a não melhorar e se entristecer. Através dessa atitude queremos mostrar para todos que o amor é o melhor antidoto para curar qualquer doença”, destaca Maria da Paz, presidente estadual da Rede Feminina.

 A ação, cheia de emoção, aconteceu ao som de forró pé de serra, com a participação voluntária dos grupos Forró do X, Nerynho do Forró e Asas do Forró. Ainda ocorreu a distribuição de chocolates para os pacientes e acompanhantes que estavam nos ambulatórios.

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Sete dias de viagem, 25 cirurgias realizadas e muita troca de conhecimento, esse foi o resultado da viagem voluntária realizada no último mês de abril pelo doutor Marcelo Souza, coordenador científico do Serviço de Ortopedia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), para a Faixa de Gaza, território palestino. O doutor estava em missão humanitária através da ONG Palestine Children's Relief Fund (PCRF) - o Fundo de Ajuda às Crianças da Palestina, com a missão de fornecer ajuda médica e humanitária para a população que vive em situação de vulnerabilidade. "O país está em guerra há décadas, a população privada de sua própria liberdade, vivendo em uma prisão a céu aberto, sem serviços básicos, como água e luz, e até mesmo saúde", destaca dr. Marcelo.

Marcelo Souza foi o único especialista em ortopedia oncológica a ir até Gaza, região onde 50% da população tem até 14 anos de idade, grupo de risco para o osteossarcoma e o sarcoma de Ewing, tipos de câncer ósseo agressivo e mais comum em crianças e adolescentes, especialmente na área do joelho. "É grande a necessidade de médicos dessa especialidade. Das 25 cirurgias realizadas, a maioria foram para a retirada de tumores", destaca. Durante a viagem não deixou seu conhecimento apenas nas cirurgias, mas também em aulas que ministrou para médicos e residentes locais. "Agora estou na torcida para que algum desses médicos possa continuar esse treinamento aqui. Seria muito importante para o povo palestino", espera dr. Marcelo Souza.

O médico destaca que também aprendeu muito com a viagem e que com certeza indicaria essa missão para os seus colegas de profissão, assim como pretende voltar sempre que for solicitado. "Apesar das dificuldades o país é muito acolhedor e precisa de ajuda. Esse trabalho também é uma oportunidade para aprendermos a fazer o melhor possível com o mínimo de estrutura disponível", ressalta. Doutor Marcelo Souza também já esteve em Moçambique, Angola e Bolívia para prestar serviço voluntário.

 

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A partir do próximo dia 11 de abril, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) passará a contar com um novo serviço: o Ambulatório de Pré-anestesia. No local, pacientes com indicação de tratamento cirúrgico serão avaliados por médicos anestesiologistas da instituição, que irão estabelecer o risco anestésico-cirúrgico, aumentando a segurança do paciente e diminuindo a chance de suspensões e adiamento de cirurgias. O Ambulatório de Pré-anestesia funcionará de segunda a sexta-feira, no mesmo espaço onde funcionam os ambulatórios de Urologia, Ortopedia e de Pélvis. 

O atendimento no local será realizado de segunda a sexta, em horários distintos. A ideia é que os pacientes sejam direcionados para o Ambulatório de Anestesia logo após a consulta que definir a realização da cirurgia. A solicitação de avaliação pré-anestésica deverá ser assinada pelo próprio médico cirurgião. O atendimento será feito no mesmo dia, se possível, ou na data do internamento, quando o paciente será considerado prioridade. Também serão considerados prioritários os pacientes que receberem a indicação de cirurgia enquanto estiverem internados na instituição. Nesse caso, caberá à equipe de Enfermagem acionar a equipe de anestesiologistas para que a visita pré-anestésica seja realizada na própria enfermaria. 

Na consulta com o médico anestesiologista, será realizada a avaliação pré-anestésica, que é obrigatória e possibilita a coleta tanto de informações importantes para a realização correta do procedimento anestésico quanto da assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido. De acordo com o coordenador do Serviço de Anestesia do HCP, dr. Breno Fonsêca, o principal objetivo é garantir a segurança do paciente. "Através dessa consulta, o médico irá conhecer o paciente, estratificar o risco e repassar todas as informações para que, no dia do procedimento, o anestesiologista possa traçar a melhor estratégia para ele", disse. 

METAS OMS 

A criação do Ambulatório de Pré-anestesia é um desdobramento da Meta 4, uma das metas internacionais de segurança do paciente estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – e que estão sendo adotadas pelo HCP. A Meta 4 visa "assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos". "Essa é uma forma de assegurar que os pacientes do HCP não sofrerão nenhum risco desnecessário e que ele também esteja ciente disso. O nosso objetivo, sempre, é a segurança do paciente", frisa a coordenadora de Gerenciamento de Risco do HCP, Renata Galindo.

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) e a Interfisio, empresa dedicada à capacitação de profissionais de Fisioterapia, firmaram um convênio para aprimorar o conhecimento de pós-graduandos interessados em aprender mais sobre a Fisioterapia Oncológica. No segundo semestre, o HCP irá receber os estudantes da segunda turma de Especialização em Fisioterapia Oncológica da Interfisio para que eles possam vivenciar, na prática, os assuntos que foram discutidos nos módulos teóricos do curso. Fisioterapeutas do HCP, residentes ou colaboradores da casa, podem se matricular na especialização com 20% de desconto. 

No total, o curso possui carga horária de 360h, sendo 20h destinadas à prática. As aulas teóricas foram iniciadas no último dia 23 de março. A parceria com o HCP visa atender à uma demanda apresentada pelos próprios profissionais. “O diferencial dessa segunda turma é, justamente, essa vivência prática. Escolhemos o HCP porque ele oferece a estrutura que precisamos para atender esses pós-graduandos, especialmente no que se refere ao staff da instituição”, reforça a coordenadora local da especialização em Fisioterapia Oncológica da Interfisio, Nahãmi Lucena. 

No HCP, os pós-graduandos poderão conhecer o trabalho desenvolvido pelo Serviço de Fisioterapia nas UTIs, nos ambulatórios e nas enfermarias. Eles serão acompanhados por duas fisioterapeutas da instituição, que foram beneficiadas com bolsas integrais no curso. “Nós estamos vivenciando uma fase de atualização nas técnicas, protocolos e equipamentos do Serviço de Fisioterapia do HCP e iremos abrir esse espaço para que as pessoas possam conhecer o nosso diferencial na atuação com pacientes oncológicos”, explica a coordenadora Multidisciplinar do HCP, Roberta Borba. 

A parceria, firmada pela Superintendência de Ensino e Pesquisa (SEP), está firmada por um prazo inicial de dois anos, que poderão ser postergados. “Queremos tanto fortalecer e trazer profissionais qualificados para a nossa gestão quanto contribuir com a formação de novos profissionais especializados em Oncologia. O nosso objetivo, sempre, é prestar o melhor atendimento aos pacientes com câncer”, reforça a coordenadora da SEP, Yanne Lisboa. 

COLABORADORES 

Profissionais do HCP interessados em participar da especialização podem se inscrever no curso, até o dia 26 de abril, com 20% de desconto nas mensalidades. Para isso, é necessário acessar o site www.interfisio.com.br e enviar uma mensagem para a empresa através da aba “Contato”. O primeiro módulo da disciplina, já iniciado, poderá ser cursado posteriormente. As aulas acontecem aos sábados e domingos, das 8h às 18h, no bairro do Espinheiro. Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (21) 98272.7389.

 

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Os tumores malignos de cabeça e pescoço costumam enviar células metastáticas para os gânglios linfáticos presentes na região do pescoço – os linfonodos cervicais. Tanto para tratar a metástase quanto para preveni-la, os médicos podem optar por retirar esses linfonodos, através do esvaziamento cervical. Uma das consequências possíveis dessa cirurgia é a diminuição da mobilidade do ombro do paciente, o que dificulta a realização de atividades simples, como pegar objetos em prateleiras. Residente do Programa de Residência Multiprofissional do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), a fisioterapeuta Renata Bitencourt avaliou a extensão desses impactos nos pacientes da instituição. Os resultados da pesquisa, necessária para a conclusão da residência, foram apresentados no último dia 25 de fevereiro. 

A pesquisa foi realizada com 16 pacientes, todos submetidos à cirurgia de esvaziamento cervical. Do total, nove eram homens e sete foram diagnosticados com câncer de boca. Além de responder um questionário que identificava os problemas já existentes no braço, ombro e mão, os pacientes foram submetidos a duas avaliações físicas, sendo a primeira realizada 24 horas antes do internamento para a cirurgia e a segunda, de 20 a 60 dias após o procedimento cirúrgico. Durante essa avaliação, Renata Bitencourt mediu a amplitude de movimentos do ombro, como os de flexão, abdução e extensão. Para isso, a fisioterapeuta utilizou um goniômetro, aparelho que possibilita a medição de ângulos. 

O estudo revelou que, após a cirurgia, os pacientes apresentaram perda na mobilidade do ombro, especialmente no que diz respeito aos movimentos de abdução (perda média de 45,81°) e de flexão (perda média de 30,43°). Para a especialista, essas perdas podem ter ocorrido devido a danos causados no nervo acessório durante a cirurgia. Esse nervo é responsável pela inervação do trapézio, um músculo localizado nas costas que tem a função de estabilizar a escápula, osso essencial para a movimentação do ombro. “Todos os pacientes estão com os nervos presentes, mas eles podem ter microtraumas. Quando há uma lesão, ainda que ela seja mínima, o trapézio atrofia e perde força. Assim, a escápula não é estabilizada adequadamente, o que causa dores e dificuldades no movimento”, detalha Renata.

Esse problema impacta diretamente na qualidade de vida dos pacientes, uma vez que dificulta a realização de movimentos simples, como pentear o cabelo. O tratamento fisioterapêutico é fundamental para auxiliar na recuperação desses movimentos. “Nós fazemos exercícios para diminuir a dor e melhorar a amplitude do movimento, mas o ideal é que o tratamento seja iniciado o quanto antes, porque conseguimos trabalhar antes que esse músculo perca totalmente a força, uma vez que essa perda é gradual”, reforça Renata. 

Orientadora da pesquisa e coordenadora do Serviço de Fisioterapia do HCP, Carina Batista acredita que o estudo pode ter impactos diretos na assistência aos pacientes. “A Fisioterapia sai mais fortalecida com esse trabalho, porque estamos mostrando a importância desse serviço. A tendência é que consigamos aplicar esse atendimento para pacientes de cabeça e pescoço, que podem se beneficiar com a fisioterapia para a melhoria das sequelas resultantes da cirurgia, da quimioterapia e da radioterapia”, enfatiza Carina. A monografia foi coorientada pela fisioterapeuta Cíntia Dutra, também do HCP.

 

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Considerado um tumor raro em países desenvolvidos, o câncer de colo de útero é uma realidade bastante presente no Brasil. Apesar de ser evitável, a doença ocupa o terceiro lugar na lista dos cânceres mais comuns entre mulheres no País, atrás apenas dos tumores malignos da mama e do intestino. No Nordeste, a situação é ainda mais alarmante: o câncer de colo de útero é o segundo tipo de câncer mais frequente entre a população feminina. Em apoio à campanha Janeiro Verde, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) reforça a importância da vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), principal causa do câncer de colo de útero, e da realização anual do exame preventivo, necessário para o diagnóstico precoce da doença, que não costuma apresentar sintomas nas fases iniciais.

De acordo com o cirurgião oncológico do HCP, dr. Vandré Carneiro, o HPV é responsável pelo desenvolvimento de quase todos os tumores malignos do câncer de colo de útero. A infecção por esse vírus ocorre principalmente por meio das relações sexuais, mesmo as que são feitas com uso de preservativo. “A vacina contra o HPV é o método mais eficaz de evitar o aparecimento do câncer de colo de útero, uma vez que ela previne a infecção. Provavelmente, isso irá mudar a história natural da doença nas próximas gerações”, explica o médico. Em geral, a doença é mais comum em mulheres que iniciaram a vida sexual cedo e que tiveram múltiplos parceiros. O tabagismo também é um fator de risco.

A segunda forma de evitar o surgimento do câncer é o exame preventivo – chamado de citologia ou, mais comumente, de Papanicolau. Por meio dele, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-malignas em mulheres infectadas pelo HPV, evitando que elas evoluam para um tumor maligno. Vale ressaltar que o tratamento não elimina o vírus do organismo e que, por isso, mulheres que já apresentaram lesões devem realizar um acompanhamento médico mais rigoroso. “Na imensa maioria das vezes, mesmo quando há a presença do HPV, a mulher não terá um câncer, principalmente se ela for submetida a exames de rastreio de forma eficaz”, ressalta dr. Vandré. A recomendação mais comum é que o preventivo seja realizado após a primeira relação sexual ou a partir dos 21 anos.

O exame preventivo também é importante para diagnosticar o câncer de colo de útero em fase inicial. Nesse caso, quando for identificada uma lesão suspeita, a paciente será submetida a outros exames e procedimentos, como a colposcopia e a biópsia, e, se necessário, à cirurgia. “O câncer de colo de útero é curável, especialmente se diagnosticado na fase inicial, quando as taxas de cura podem ultrapassar 90%”, destaca o cirurgião. Mesmo em casos mais avançados, que necessitam de radioterapia e quimioterapia, as chances de cura podem chegar a 80%.

 

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Sabe aquela moedinha que você recebe como troco após o pagamento das suas compras e que parece não valer muito? Desde o último mês de novembro, uma iniciativa da rede de supermercados Arco-Mix vem incentivando os clientes a doarem esses pequenos valores para o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O valor doado – que pode ir além das moedinhas - é registrado no caixa e na nota fiscal que é entregue ao cliente. O resultado impressiona: somente em dezembro, a campanha “Troco Solidário” conseguiu arrecadar exatos R$ 36.667,69, valor que foi entregue na tarde da última quinta-feira (10) à instituição. 

Em seu primeiro mês, a campanha foi realizada em algumas lojas da rede e arrecadou cerca de R$ 6 mil. Dessa vez, o projeto cresceu e está sendo promovido nas 19 lojas que compõem a rede. A loja que mais conseguiu arrecadar doações foi a de Igarassu, especialmente por causa do empenho da operadora de caixa Maria Isabelly, que trabalha no supermercado há sete meses e foi responsável pela maior arrecadação. “Eu já tenho essa cultura de doação na família e, agora, tenho a oportunidade de fazer muito mais. Ajudar o HCP me deixa muito feliz, porque muita gente tem história com a instituição: eu tive uma madrinha que foi atendida aqui”, contou.

A parceria da Rede Arco-Mix com o HCP é antiga: todos os anos, por exemplo, a rede de supermercados realiza a Gincana do Bem entre seus funcionários e arrecada alimentos para a instituição. Sócio e vice-presidente da Rede Arco-Mix, Bartolomeu dos Santos comemorou o resultado do mês e espera alcançar resultados maiores nos próximos meses. “Nós sempre vemos que o HCP está fazendo campanhas e sentimos essa necessidade de ajudar. Dos operadores aos clientes, todo mundo abraçou a campanha. Esse resultado é fantástico e mostra a credibilidade da nossa instituição e do HCP”, disse. A campanha, aliás, não tem prazo de validade. “Esperamos ajudar por mais uns dois mil anos”, brincou.

Gerente de Marketing e Captação de Recursos do HCP, Mariana Neves agradeceu a doação, que será direcionada para o custeio da instituição. “Precisamos de doações porque o câncer é uma doença muito cara e que vem atingindo mais pessoas a cada dia. Essa ação da Arco-Mix fortalece a cultura de doar: se todas as empresas fizerem isso, será muito bom para nós, porque toda doação é válida e bem-vinda”, declarou.

 

 

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A história de Vandailda de Oliveira, 75, mudou de rumo pela primeira vez há 33 anos, quando descobriu um câncer de mama. Durante o tratamento, que incluiu duas cirurgias e muitas sessões de radioterapia, a vida de dona Vandailda foi transformada pela segunda vez, após receber um convite para participar de um encontro com mulheres que, assim como ela, precisaram enfrentar a mastectomia - nome dado para a cirurgia de retirada da mama. Foi assim que ela conheceu o Espaço Renascer, grupo de apoio do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) que, na última quinta-feira (13), celebrou seus 40 anos de história em uma grande festa, organizada a partir do empenho das próprias pacientes no D’Hartes Recepções e Eventos.

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O Espaço Renascer nasceu a partir de uma ideia do mastologista Esdras Marques, médico que atuava no HCP e que, em 1978, convidou a educadora Georgina Moreira, conhecida como Gina, e a assistente social Fátima Cabral para criarem o grupo. Na época, as reuniões aconteciam na academia de dança da própria Gina, em Olinda. “Quando eu cheguei lá pela primeira vez, eu estava muito triste. Mas, quando eu saí, eu estava diferente, sorrindo. Eu descobri que nada estava perdido na minha vida”, relembrou Vandailda, hoje a paciente mais antiga do grupo.

Toda a trajetória do grupo foi contada durante a festa, tanto através de imagens que projetadas em um telão quanto por meio dos depoimentos das fundadoras e de Luana Oliveira e Erika Barros, psicólogas que também atuaram no projeto. Filhas de dr. Esdras, Ana Cecília e Andréa foram convidadas para os festejos e receberam uma placa em homenagem ao trabalho desenvolvido pelo pai, já falecido. “Ele ficaria orgulhoso em ver que esse projeto sobrevive. Ele soube germinar bem essa semente em outras pessoas. É incrível chegar aqui e encontrar pacientes que foram curadas por ele”, agradeceu Ana Cecília.

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A festa contou, ainda, com a apresentação do Jogral Renascer e da Dança da Vida, atividades preparadas pelas pacientes especialmente para a ocasião. A Banda Trepidant’s garantiu a animação dos presentes. “Nós só temos a agradecer por esse trabalho tão bonito, feito com tanta dedicação. A atividade do Espaço Renascer tem um papel fundamental na reabilitação e na superação dos desafios e da doença. Nosso papel é acolher e cuidar”, destacou o superintendente Técnico do HCP, dr. Fábio Malta. Além dele, também estiveram presentes a superintendente Administrativa, Cláudia Barbosa, e o superintendente do HCP Gestão, Felipe Bitu.

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As novidades sobre câncer de mama apresentadas durante a 41ª edição do San Antonio Breast Cancer Symposium, realizado entre os dias 4 e 8 de dezembro, no Texas (EUA), foram compartilhadas com especialistas em Oncologia durante I Pós San Antonio Breast Cancer Symposium, promovido pelo Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O encontro ocorreu no último sábado (15), no Bugan Hotel Recife, em Boa Viagem, e reuniu mais de 60 pessoas, incluindo oncologistas clínicos, mastologistas, radioncologistas, patologistas e profissionais de outras áreas da saúde.

O San Antonio Breast Cancer Symposium é considerado o maior congresso sobre câncer de mama do mundo e traz para o centro das discussões, todos os anos, os maiores avanços na prevenção e no tratamento da doença. De acordo com o organizador do evento no Recife e oncologista clínico do HCP, dr. Marcelo Salgado, os avanços nos tratamentos dos subtipos mais agressivos de câncer de mama, triplo negativo e HER2, foram os grandes destaques no simpósio americano.

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“O subtipo triplo negativo é muito agressivo e não houve grandes evoluções nos últimos dez anos. Tanto para esse subtipo quanto para o HER2, eles apresentaram novas formas de terapias medicamentosas e de quimioprevenção. Também houve novidades em radioterapia e cirurgia. Normalmente, são informações que modificam a conduta médica”, detalhou dr. Marcelo Salgado. Além dele, as mastologistas do HCP Carolina Vasconcelos e Denise Sobral também participaram do simpósio.

Para ministrar as palestras do I Pós San Antonio Breast Cancer Symposium do HCP, foram convidados o oncologista dr. José Bines, do Inca; o mastologista dr. Francisco Pimentel, do Hospital Geral de Fortaleza; e a radioncologista dra. Nilciana Alves. “Nossa proposta era trazer as novidades para os médicos pernambucanos continuarem se atualizando. Existem vários eventos como este pelo mundo, mas o nosso foi o mais rápido. Esperamos repetir nos próximos anos”, declarou.

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A partir de agora, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma das instituições que passam a fazer parte da Câmara Temática de Responsabilidade Social, Voluntariado e Solidariedade. A iniciativa implantada pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco – AD Diper, tem o intuito de apoiar e articular a relação público-privado, por meio de ações nos diversos polos econômicos para o fortalecimento das Organizações Sociais e o desenvolvimento econômico do estado.

O lançamento ocorreu na tarde desta quinta (13), no auditório da Superintendência da Administração do Ministério da Fazenda de Pernambuco, no bairro do Recife Antigo, reunindo o superintendente-geral, do HCP, Dr. Hélio Fonsêca, a gerente de Marketing e Captação de Recursos, Mariana Neves e a coordenadora de Captação, Norma Bravo, além da presidente da Câmara, Aureci Chaves e o presidente da AD Diper, Antônio Xavier.

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Durante a abertura foi realizada uma apresentação do coral e do grupo de dança do Aria Social, seguida de uma série de palestras, dentre elas: “Doação de Mercadorias apreendidas”, ministrada pela Delegada Adjunta da Alfândega do Recife, Daniela Barreto, “Programa de Voluntariado do CRCPE", ministrada pelo presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Pernambuco, José Campos, e a palestra "Projeto Destinação - Doações Legais", ministrada pelo delegado da delegacia da Receita Federal de Caruaru.

Segundo o presidente da AD Diper, Antônio Xavier, uma das metas da Câmara é fazer com que empresas públicas e privadas e pessoas físicas invistam em causas sociais, através do abatimento do Imposto de Renda. “Nosso povo é solidário e o aproveitamento dos recursos do IR devido pelas pessoas físicas e jurídicas irão viabilizar projetos sociais em favor dos mais necessitados, promovendo inclusão e desenvolvimento econômico e social, ligados à gestão pública, com foco no cuidar das pessoas”, afirmou. 

Avenida Cruz Cabugá, 1597, 50040-000, Santo Amaro - Recife - PE
Ligue: (81) 3217-8000
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