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Campanha Conta Comigo irá arrecadar recursos para o HCP

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Que tal colaborar com o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) através da sua conta de água? Esse é o objetivo da campanha Conta Comigo, lançada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) nesta terça-feira (12). Os clientes interessados poderão doar, mensalmente, valores que podem variar de R$1,00 a R$10,00, através da conta da Compesa. Todo o dinheiro arrecadado com a iniciativa será destinado para instituições filantrópicas, entre elas o HCP.

Quem estiver interessado em participar da campanha, pode acessar o site hcp.org.br/contacomigo. O cadastro é simples: basta escolher um dos valores (R$1,00, R$ 2,50, R$ 5,00 ou R$10,00) e preencher o formulário, autorizando o débito automático mensal na conta de água. Também é possível fazer a adesão ao projeto nas próprias lojas da Compesa – neste caso, é preciso escolher no formulário qual será a instituição beneficiada. Além do HCP, também participam desta fase da campanha a Fundação Terra e o Movimento Pró-Criança.

Constituído como instituição filantrópica, o HCP realiza 100% dos seus atendimentos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, gratuitamente. O Hospital realiza cerca de 1,2 mil procedimentos médicos por dia, incluindo desde consultas até sessões de quimioterapia e cirurgias. “Os recursos repassados pelo SUS são limitados e, por isso, precisamos da doação da sociedade pernambucana. Nós fazemos tudo isso, mas ainda podemos fazer muito mais”, reforça a coordenadora de Captação de Recursos do HCP, Monara Nascimento.

CAMPANHA ANTIGA 

Os consumidores que já doam para o HCP por meio da conta da Compesa, através da campanha realizada em 2006, não precisarão fazer um novo cadastro. No entanto, quem tiver interessado em atualizar o valor da doação, também poderá fazê-lo através do site hcp.org.br/contacomigo.

 

Realidade virtual auxilia no tratamento de pacientes oncológicos

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Já faz algum tempo que os videogames deixaram de ser associados ao sedentarismo. Com as novas tecnologias, os jogadores podem se movimentar e se exercitar enquanto se divertem. De olho nessas novas características dos aparelhos eletrônicos, o serviço de Fisioterapia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) está utilizando a realidade virtual oferecida por esses jogos em uma missão ainda mais nobre: auxiliar os pacientes em tratamento quimioterápico. 

Ainda recente na prática clínica de forma geral, a realidade virtual vem sendo utilizada no HCP para avaliar a perda de equilíbrio e de força ocasionada pela neuropatia periférica, doença nos nervos periféricos que é um dos efeitos colaterais da quimioterapia. “A fraqueza muscular é o maior fator de risco para quedas: se ela ocorrer, o paciente pode ter uma piora no quadro clínico. Nós trabalhamos com jogos que trazem a exigência da força muscular e do equilíbrio para avaliar se o centro de gravidade deles está alterado”, explica a fisioterapeuta e coordenadora da Residência Multiprofissional do HCP, Carina Paiva. 

A inserção da realidade virtual no tratamento dos pacientes oncológicos faz parte do Trabalho de Conclusão de Residência desenvolvido pela fisioterapeuta residente do HCP, Anna Karoline Lemos. Até agora, cerca de 40 pacientes já foram avaliados. “Quando finalizarmos a pesquisa, os resultados irão nos mostrar se o videogame e a plataforma podem realmente ser utilizados para a avaliação dessa doença bem como para o tratamento dos pacientes”, comenta Anna Karoline.

Anna Karoline destaca, ainda, que já é possível perceber resultados positivos no uso da realidade virtual para esses pacientes: entre eles, o feedback imediato que o jogo oferece e o consequente aumento da adesão ao tratamento. Os resultados finais do estudo só deverão ser divulgados no ano que vem, mas a expectativa é que, no futuro, a prática possa ser adaptada para o tratamento de outras complicações associadas ao câncer.

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Cirurgião-dentista dr. Igor Henrique é vencedor do Prêmio Adonis Carvalho

adonis2.JPGUm momento para homenagear a dedicação acadêmica dos profissionais do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP): essa é a missão do Prêmio Dr. Adonis Reis Lira de Carvalho de Mérito Científico, realizado anualmente durante o Simpósio em Oncologia do HCP. Nesta terceira edição, de maneira inédita, a premiação foi entregue para um cirurgião-dentista da instituição. O mérito foi do Dr. Igor Henrique, estomatologista do Serviço de Odontologia e Próteses Reabilitadoras do HCP e coordenador da Residência Uniprofissional de Odontologia em Oncologia da instituição.

 

Dr. Igor Henrique recebeu a premiação das mãos do superintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca na noite da última sexta-feira (18), primeiro dia do III Simpósio em Oncologia. “Nós queremos manter e avançar o processo dos programas de residência no Hospital de Câncer de Pernambuco, como a Residência Uniprofissional em Odontologia. É uma grande satisfação para o HCP entregar essa premiação para você, que foi uma conquista para a instituição”, afirmou o gestor.

adonis1.JPGSuperintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca discursa durante entrega do prêmio

“Fiquei muito feliz, é uma satisfação enorme receber esse prêmio diante de um quadro técnico tão preparado, tão qualificado como o do Hospital de Câncer. Fiquei surpreso, eu não imaginava que o meu trabalho me traria um resultado tão importante em tão pouco tempo”, comemorou o cirurgião-dentista. Dr. Igor é mestre em Patologia e doutor em Odontologia e soma dezessete publicações acadêmicas desde o início da sua carreira – grande parte delas referente ao efeito anti-inflamatório do laser de baixa potência no tratamento odontológico.

 

Além de incentivar a produção acadêmica, especialmente se vinculada ao estudo do câncer, a premiação também é uma forma de reconhecimento pela dedicação dos profissionais à instituição. “Para a entrega do prêmio, que é direcionado para os profissionais do HCP, são adotados os critérios de tempo de serviço, a existência da titulação de mestrado e doutorado e a quantidade de publicações científicas referenciadas”, explicou o superintendente de Ensino e Pesquisa do HCP, dr. José Peixoto.

O prêmio faz alusão ao médico patologista dr. Adonis Carvalho, que dedicou 58 anos de sua vida profissional ao HCP e participou da fundação do Departamento de Patologia do hospital. Também aqui, ele desenvolveu o primeiro banco de dados sobre Registro de Câncer do Brasil. O médico recifense faleceu em 2014, aos 86 anos de idade.

SERVIÇO DE ODONTOLOGIA

Há pouco mais de dois anos no HCP, dr. Igor atua como estomatologista, profissional que é responsável pela prevenção e pelo diagnóstico de doenças da boca, como o câncer, bem como pela adequação do meio bucal para o tratamento oncológico. Também é papel dele, em conjunto com os demais profissionais do setor, cuidar das complicações orais do tratamento do câncer, como a mucosite (inflamação da mucosa), a xerostomia (sensação de boca seca), a cárie de radiação, a osteonecrose e a osteoradionecrose.

O setor, atualmente formado por sete cirurgiões-dentistas, quatro residentes, cinco auxiliares de saúde bucal, duas técnicas administrativas e uma voluntária, recebe majoritariamente pacientes encaminhados pelos serviços de Cabeça e Pescoço, Oncologia Clínica, Hematologia, Pediatria, Ortopedia, Mama e Cuidados Paliativos. “Os nossos residentes, hoje, circulam em todas as enfermarias do hospital e, especialmente, naquelas que mais interagem conosco por causa das complicações orais do tratamento oncológico”, explicou.

 

O profissional, aliás, deixa clara a importância desempenhado por toda a equipe no prêmio que conquistou. “Essa premiação é fruto do trabalho que desenvolvemos, porque o dentista não trabalha sozinho. Se não houvesse o trabalho multidisciplinar, esse prêmio não seria possível. Nós conseguimos mostrar que o papel da Odontologia é fora do consultório, porque ela está integrada a todas as especialidades médicas e não médicas com um único intuito: buscar o melhor para o paciente”, finalizou.

adonis3.JPGProfissionais do Serviço de Odontologia e Próteses Reabilitadoras do HCP

Trabalho sobre câncer de pênis é premiado no III Simpósio em Oncologia do HCP

temaslivres1.JPGVencedores dos Temas Livres: Thiago Nascimento (2º lugar), Kelly Santos (1º lugar) e Yves Samary (3º lugar)

O estudo Metástases em Linfonodos Inguinais no Câncer de Pênis: Fatores Prognósticos foi o grande vencedor da categoria Temas Livres do III Simpósio em Oncologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O trabalho vencedor foi desenvolvido por Kelly Monteiro dos Santos, Felipe Dubourcq de Barros e Carolline de Araújo Mariz. “Me sinto honrada em receber esse prêmio e gostaria de agradecer ao HCP a oportunidade de poder divulgar nossas pesquisas para a comunidade acadêmica e científica”, agradeceu Kelly dos Santos.

A premiação, inédita no evento, recebeu mais de 50 trabalhos de profissionais, residentes e estudantes da área de saúde. Deste total, 33 foram selecionados para serem exibidos, em formato de pôster, durante o evento, realizado nos dias 18 e 19 de agosto. Os três melhores trabalhos foram escolhidos para apresentação oral, além de serem premiados.

temaslivres3.JPGApresentação de painel durante III Simpósio em Oncologia

O trabalho intitulado Atividade Citotóxica in vitro da protease fibrinolítica obtida por Mucor subtilissimus UCP 1262 frente a Sarcoma-180, dos autores Marllyn Marques da Silva, Thiago Pajeú Nascimento, Sandrelli Meridiana de Fátima Ramos dos Santos Medeiros, Romero Marcos Pedrosa Brandão Costa, Noemia Pereira da Silva Santos e Ana Lúcia Figueiredo Porto, obteve o segundo lugar.

Por fim, o terceiro lugar ficou com o trabalho Avaliação da acurácia da biópsia de congelação no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), dos autores Yves Renan de Santana Samary, Arthur Lício Rocha Bezerra, Daniela Takano, Nivaldo Sobral de Morais e Rafael Palmeira Santana.

temaslivres.JPGSecretário Estadual de Saúde, Dr. Iran Costa Júnior, analisa painéis dos temas livres

Discussões multiprofissionais são destaque no 3º Simpósio em Oncologia do HCP

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Na programação do III Simpósio em Oncologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), uma área foi dedicada integralmente à assistência multiprofissional. No espaço, que vem crescendo a cada ano, enfermeiros, médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos e nutricionistas discutiram e se atualizaram sobre a Oncologia. Organizado pela instituição, o evento ocorreu nos últimos dias 18 e 19 de agosto, no Courtyard by Marriott, em Boa Viagem.

A oncologista Jurema Telles foi a responsável pela abertura da programação. A médica realizou uma palestra sobre Oncogeriatria com ênfase nos cuidados paliativos. “Para que esses idosos vivam mais e com melhor qualidade de vida, o cuidado paliativo deve ser iniciado precocemente, desde o diagnóstico”, afirmou. Dra. Jurema destacou a todo o momento a importância de ouvir o que os idosos dizem e respeitá-los como sujeitos ativos. “Isso é humanização”, disse. 

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Os Cuidados Paliativos e algumas implicações que os cercam, tidas como polêmicas, também foram levantadas, como, por exemplo, quando indicar a paliação dos sintomas. O uso de drogas, como opióides, para o alívio da dor também foi discutido. “Apesar de não considerar um tema polêmico, precisamos ser bastante responsáveis na prescrição dessas drogas”, afirmou o médico dr. Hélio Pinheiro. O discurso dos palestrantes dessa mesa foi único: o cuidado paliativo só existe com a atuação multiprofissional.

A osteonecrose dos maxilares foi outro tema da sala multiprofissional. Nessa mesa, médicos e cirurgiões dentistas discutiram o assunto e as possibilidades terapêuticas de tratamento. Na mesa de mobilização precoce em paciente crítico, o caráter multidisciplinar também ficou bastante evidente: fisioterapeuta, médico, enfermeiro e psicólogo discutiram as perspectivas atuais e as inovações na assistência. Também confirmando o caráter da atuação multiprofissional, a fadiga oncológica foi abordada com o único objetivo: desenvolver estratégias e intervenções para proporcionar melhor qualidade de vida aos pacientes.

Ainda dentro da programação, foram discutidos o uso da realidade virtual no tratamento fisioterápico e a judicialização da saúde no tratamento oncológico. 

 

 

III Simpósio em Oncologia do HCP reúne mais de 300 participantes

3-simposio-5.JPGMais de 300 profissionais e estudantes participaram do III Simpósio em Oncologia (Foto: Gustavo Penteado)

Consolidado como evento no calendário médico pernambucano, o Simpósio em Oncologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) garantiu um recorde de público em sua terceira edição, realizada nos últimos dias 18 e 19. Ao todo, mais de 300 pessoas, entre participantes e palestrantes, compartilharam informações sobre a prática clínica e a abordagem multidisciplinar do tratamento de pacientes com câncer. O evento, que discutiu as inovações relacionadas ao tratamento oncológico, foi realizado no Hotel Courtyard by Marriott, em Boa Viagem.

“É com muita satisfação que recebemos vocês para o 3º Simpósio em Oncologia, que é uma oportunidade para trocarmos experiências e conhecimentos sobre o futuro dos tratamentos oncológicos. Esse evento também vem para consolidar e fortalecer o ensino e a pesquisa dentro da nossa instituição”, declarou o superintendente geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca, durante a abertura do evento. Dr. Hélio também agradeceu aos apoiadores e à comissão organizadora do evento.

3-simposio-1.jpgSuperintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca reforçou a importância do evento (Foto: Gustavo Penteado)

Logo em seguida, o superintendente de Ensino e Pesquisa da instituição e presidente do III Simpósio em Oncologia, dr. José Peixoto, apresentou, de forma resumida, os trabalhos que são desenvolvidos pela superintendência. Entre os presentes no evento, a diretora Geral do Hospital da Mulher do Recife (HMR), dra. Isabela Coutinho; a diretora Médica do HMR, dra. Cínthia Komuro; e o superintendente Geral do HCP Gestão, dr. Filipe Bitu.

3-simposio-2.JPGSuperintendente de Ensino e Pesquisa do HCP e presidente do III Simpósio em Oncologia, dr. José Peixoto (Foto: Gustavo Penteado)

A discussão sobre inovações na oncologia foi a primeira palestra do evento, ministrada pelo médico dr. Nelson Teich, fundador e presidente do grupo Clínicas Oncológicas Integradas. Teich abordou as novas tecnologias e o futuro dos sistemas de saúde, passando por pontos expressivos, como a área financeira e como a corrupção pode impactar na área da saúde.

Em seguida, o convidado internacional dr. Renato Martins apresentou a palestra sobre pesquisa clínica. Reconhecido como referência em Oncologia, Dr. Renato é diretor da parte de tumores sólidos do Seattle Cancer Care Alliance, da Universidade de Washington (EUA). Durante sua palestra, o médico ressaltou a importância das pesquisas clínicas para o desenvolvimento de novas tecnologias e apresentou casos concretos de bons resultados obtidos durante a realização desses estudos.

3-simposio-11.JPGDr. Renato Martins, dr. Nelson Teich e dr. Marcelo Salgado durante debate no III Simpósio em Oncologia (Foto: Gustavo Penteado)

Além das palestras com temas independentes, esta edição do evento realizou conferências e mesas, compostas por profissionais de diversas especialidades. A Oncologia Torácica foi uma dessas mesas, por exemplo. Nela, avaliação mediastinal, SBRT e tratamento cirúrgico do câncer de pulmão foram abordados. A imunoterapia, considerada um dos maiores avanços no tratamento oncológico, também foi discutida pelo dr. Renato Martins. O evento apresentou, ainda, um simpósio satélite, que abordou o uso do Rádio-223 em pacientes com metástases ósseas.

Na área da Mastologia, o tratamento de câncer de mama HER2, o tratamento neoadjuvante do câncer de mama triplo negativo e o linfonodo sentinela foram os assuntos discutidos. Nessa mesa, os médicos dr. José Bines e dr. Eduardo Millen, ambos do Rio de Janeiro, foram os palestrantes. A radioterapia em mastectomia subcutânea também foi debatida, dessa vez pelos médicos Cássio Pellizzon, do Instituto A. C. Camargo, e dr. Diego Rezende. Na Urologia, dr. Clóvis Fraga explanou a implementação da cirurgia robótica no Nordeste e as implicações desse tipo de intervenção. Os avanços da medicina nuclear, tumores renais e metastáticos e radioterapia após cirurgia de câncer de próstata também foram discutidos.

A Oncogenética também teve seu espaço no III Simpósio do HCP. Dr. João Bosco, diretor executivo do Genomika Diagnósticos, abordou os testes genéticos e os riscos hereditários para o câncer. Conduzida pelo dr. Vandré Carneiro, a mesa trouxe para o debate aspectos importantes, como a realização do aconselhamento genético sem a disponibilidade do teste molecular. Inclusive, esse serviço é oferecido no HCP e realizado pelo próprio dr. Vandré. O papel das cirurgias ginecológicas redutoras de risco para o câncer também foi discutido. O tema, que veio à tona para a sociedade quando a atriz Angelina Jolie declarou ter passado por uma cirurgia desse tipo, foi apresentado pela dra. Audrey Tsunoda.

3-simposio-8.JPGDra. Audrey Tsunoda abordou papel das cirurgias redutoras de risco (Foto: Gustavo Penteado)

Já discutida em outro momento do simpósio, a cirurgia robótica foi tema da mesa de Cabeça e Pescoço, que contemplou mais duas palestras de dr. Renato Martins: câncer de cabeça e pescoço e da tireoide, ambos metastáticos. As abordagens do tratamento na Oncoginecologia e na Cirurgia Geral também estiveram na programação do Simpósio. 

3-simposio-12.JPGA cirurgia robótica fez parte das discussões da mesa de Cabeça e Pescoço (Foto: Gustavo Penteado)

Crianças do HCP conhecem a magia do Le Cirque Amar

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O circo francês Le Cirque Amar trouxe um pedaço da magia do circo para a criançada do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), na manhã do último dia 9. Na brinquedoteca, espaço de convivência da enfermaria Anjo Rafael, se apresentaram palhaços, malabaristas e contorcionistas. Pipoca e algodão-doce completaram a festa dos pequenos pacientes.

O paciente Lucas de Jesus, de 16 anos, assistiu a tudo de pertinho e se encantou especialmente com o palhaço Moroco, eleito como sua atração favorita. A mãe de Lucas, Lucinete Andrade, que acompanhou toda a diversão, também achou tudo muito bonito. “Isso anima a nossa rotina e faz com que eles fiquem mais próximos da apresentação”, destacou.

A visita a instituições de saúde é um trabalho que o Le Cirque Amar realiza há 15 anos, contou Robert Stevanovich, administrador e acrobata. Para ele, foi gratificante trazer o circo ao Hospital de Câncer de Pernambuco. “O objetivo é levar alegria a crianças que infelizmente não podem ir ao circo. A gente agradece ao HCP por ceder esse espaço”, reconheceu. O acrobata Bobi Zolboo, da Mongólia, concordou: “É sempre bom ver o sorriso da criança, mesmo nas horas difíceis.” 

 

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HMR abre seleção para contratação de profissionais

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As inscrições estão encerradas.

O Hospital da Mulher do Recife abriu processo seletivo para a contratação de 186 novos profissionais, que deverão trabalhar na instituição, que fica localizada no bairro do Curado.  A seleção também se destina a mais 169 vagas para cadastro de reserva. O período de inscrição é de 11/08/2017 a 20/08/2017 e os interessados deverão se inscrever exclusivamente pela internet, neste endereço: http://hcp.org.br/processoseletivo/.

Cada candidato só poderá realizar a inscrição para um único cargo. A seleção dos candidatos será composta por várias etapas de caráter eliminatório: avaliação curricular, avaliação de conhecimentos, entrevista profissional. Os resultados finais serão divulgados no mesmo link da inscrição: http://hcp.org.br/processoseletivo/. Os candidatos classificados em todas as etapas da seleção ficarão no banco de dados e serão convocados de acordo com a abertura dos serviços e/ou necessidade do hospital.

Unidade da Prefeitura do Recife, o Hospital da Mulher está sob administração do HCP Gestão, a OS (Organização Social de Saúde) do Hospital de Câncer de Pernambuco.

 

Casal de voluntários celebra casamento no HCP

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O amor surge nos lugares mais inesperados. A história do casal Welna Rousy e Lucas Apolinário é um exemplo disso. O sentimento entre os dois surgiu nos corredores do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), enquanto dra. Chuchu e dr. Apô, como são conhecidos, ofereciam, sem pedir nada em troca, sorrisos e conforto aos pacientes do Hospital. Nasceu na Enfermaria São Lucas 1º, em um gesto de coragem e um inspirado pedido de namoro por parte de Lucas. E se consolidou em frente à Capela do HCP, tendo pacientes como testemunhas de um pedido de casamento inesperado. E, no mesmo lugar, no último dia 25 de julho, eles disseram sim para dividir a vida juntos – em uma cerimônia repleta de narizes de palhaços e muita emoção.

A paixão de Welna pelo trabalho voluntário nasceu há sete anos, quando ela fundou o grupo Doutores da Felicidade. Dentro do HCP, eles fazem trabalhos de palhaçoterapia com os pacientes que estão internados. Lucas veio para o grupo alguns anos depois. E foi o amor em servir ao próximo que fez com que eles se aproximassem. O HCP, como eles fazem questão de dizer, virou a segunda casa do casal. “Tudo aconteceu aqui dentro do HCP. Por isso escolhemos esse lugar para celebrar a nossa união”, comentou Lucas. A lista de presentes de casamento repassada aos convidados, aliás, tinha apenas um item: pacotes de leite para o HCP.

Embora a roupa escolhida para o casamento tenha sido tradicional, a maquiagem dos dois chamou a atenção de quem estava nos arredores da Capela. O casal, assim como padrinhos e alguns convidados, participou da celebração com o rosto pintado e um nariz vermelho: o símbolo máximo do que escolheram ser. “Foi mais do que um sonho, porque estar aqui neste hospital é a nossa realidade, é a nossa alegria, é a nossa vida”, disse Welna. “Foi uma emoção imensa vermos não só nossos familiares e amigos de longa data, mas também os amigos que fizemos aqui, que trabalham conosco, e os nossos pacientes”, reforçou Lucas.

Após a cerimônia, já durante a chuva de arroz, a homenagem aos noivos veio em forma de música, entoada por todos os voluntários da Rede Feminina de Combate ao Câncer, em um gesto de agradecimento por todo serviço prestado pelos Doutores da Felicidade. No mesmo dia, mais de 250 pacotes, latas e caixas de leite, além de outros alimentos, foram entregues ao HCP. A campanha, agora, segue até o fim do ano fora dos muros da instituição: acontecerá em escolas, nas ruas, em todos os lugares aonde o casal for. O amor surge nos lugares mais esperados. A história de dra. Chuchu e dr. Apô é a prova disso.

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HCP abre processo seletivo para estágio em Fonoaudiologia

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O Hospital de Câncer de Pernambuco abriu processo seletivo para estágio extracurricular não remunerado em Fonoaudiologia. Podem participar da seleção estudantes de graduação que estejam cursando o 7º ou o 8º período e estudantes de pós-graduação na área. O estágio tem duração total de três meses. As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de agosto, mediante o envio do currículo e a declaração da matrícula para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

No total, estão sendo oferecidas duas vagas. O resultado final do processo seletivo será divulgado no dia 29 de agosto. O processo seletivo é composto por duas fases: análise do currículo e documentos que comprovem o vínculo com faculdade/universidade e entrevista com a coordenação do serviço.

O serviço de Fonoaudiologia do HCP atua na assistência especializada ao paciente oncológico e é considerado referência na reabilitação da fala, da voz, respiração mastigação e deglutição, entre outros. Os aprovados acompanharão a rotina dos profissionais e deverão apresentar um estudo de caso no fim do estágio.

 

Avenida Cruz Cabugá, 1597, 50040-000, Santo Amaro - Recife - PE
Ligue: (81) 3217-8000
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