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Pelo nono ano consecutivo, especialistas do Karmanos Cancer Center, nos EUA, vieram ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) para participarem do Simpósio Recife-Detroit. O evento, promovido pelo HCP em parceria com a Detroit International Research and Education Foundation (Diref), traz à tona discussões relevantes acerca do tratamento do paciente oncológico e promove a troca de conhecimento e a integração entre as duas instituições.  Este ano, o simpósio, que ocorreu na última quinta-feira (25), contou com a presença inédita do futurista David Ellis, responsável por ministrar a palestra magna que deu título ao evento – “O futuro da medicina: perspectivas e novos horizontes”.

Pela manhã, o urologista dr. Edson Pontes e o cirurgião oncológico dr. Donald Weaver, fundadores da Diref, participaram da realização de uma gastrectomia e uma cistectomia, ambas realizadas no Centro Cirúrgico do HCP. Ao mesmo tempo, o patologista dr. Wael Sakr participou de atividades no Serviço de Patologia da instituição. À tarde, a programação incluiu palestras, mesas-redondas e discussões de casos. “A nossa ideia é manter uma relação contínua com a Diref. Pretendemos enviar residentes e médicos daqui para Detroit, para que eles tenham essa vivência”, ressaltou o coordenador do Simpósio Recife-Detroit, o urologista dr. Felipe Dubourcq. 

Superintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca agradeceu a presença dos visitantes e destacou a importância do evento para o corpo clínico da instituição. “Queremos que isso ganhe uma amplitude cada vez maior, para que nossos residentes e médicos possam ampliar seus conhecimentos. Já plantamos uma semente, agora precisamos colher os frutos”, destacou. “Cada vez mais estamos integrando o ensino e a pesquisa à assistência e espero que, em pouco tempo, possamos integrar muito mais. É um desafio interno, da nossa instituição, e contamos com outras instituições, como o Karmanos Cancer Center, para isso”, reforçou o assessor da superintendência de Ensino e Pesquisa, dr. Guilherme Costa.

A Diref é uma instituição norte-americana que visa promover a educação e a pesquisa dentro da Medicina. Um dos resultados conquistados pelo projeto ao longo desses nove anos é o fato de que os urologistas do HCP podem acompanhar, pela internet, as conferências de urologia realizadas na Diref. “É sempre um prazer voltar ao Recife e trocar ideias sobre como podemos melhorar nossas clínicas e desenvolver pesquisas. A nossa fundação quer estabelecer laços com pessoas do mundo todo”, reforçou o urologista da Diref, dr. Edson Pontes. Além do Recife, o projeto também ocorre em Fortaleza e na Índia, todos os anos.

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Estudos elaborados por residentes e ex-residentes do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) foram os grandes vencedores da categoria de Temas Livres do IV Simpósio em Oncologia da instituição, realizado nos dias 12 e 13 de abril. Com abordagem direcionada para o tratamento da osteorradionecrose, complicação grave resultado do tratamento radioterápico das neoplasias de cabeça e pescoço, a pesquisa Tratamento da osteorradionecrose dos maxilares com a combinação de pentoxifilina e tocoferol ganhou o primeiro lugar na premiação. O trabalho foi escrito pelos ex-residentes em Odontologia da instituição, Raíssa Soares, Yuri Siqueira e Raylane Albuquerque, além dos cirurgiões-dentistas Marianne Carvalho, Rômulo Valente e Igor Henrique.

No total, 43 projetos se inscreveram para a categoria Temas Livres. Destes, 37 foram selecionados e expostos durante os dois dias de evento, quando foram avaliados. Os três melhores trabalhos foram premiados e apresentados oralmente. O estudo Associação de pentoxifilina e tocoferol na prevenção da osteonecrose dos maxilares em pacientes tratados com bisfosfonatos e submetidos a exodontias, elaborado por Keyla Moura, Igor Henrique, Rômulo Valente, Ana Barros, Lucas Ribeiro e Raíssa Soares, obteve a segunda colocação. Por fim, a nutricionista residente Kleres Dias, em conjunto com Diomar Maria do Nascimento, obteve a terceira colocação, com o estudo Triagem nutricional de pacientes submetidos à cirurgias urológicas.

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Dez pacientes laringectomizados do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), ou seja, que retiraram a laringe em decorrência de câncer na região, devem voltar a falar em breve. Isso porque a Associação Brasileira dos Portadores de Câncer (AMUCC), junto com a Associação Câncer Boca e Garganta (ACBG), através do projeto "Laringe Eletrônica: Uma Voz Possível!", doaram 10 laringes eletrônicas, equipamentos que amplificam as ondas sonoras emitidas pelo paciente. A entrega ocorreu nesta terça-feira (16), em uma data muito representativa para a ação, o Dia Mundial da Voz. Agora os contemplados com o aparelho serão acompanhados pelo Serviço de fonoaudiologia do Hospital de Câncer de Pernambuco para melhor adaptação.

 O "Laringe Eletrônica: Uma Voz Possível!" é um projeto submetido ao Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON), que permitiu a captação de recursos para a aquisição das laringes eletrônicas. Ao todo 350 equipamentos foram distribuídos em todo o Brasil, sendo dez deles destinados à Pernambuco, mais precisamente ao Recife, no HCP, instituição referência na realização de laringectomia total. "Essa doação é de grande relevância para os pacientes que estão em acompanhamento fonoaudiológico, porém não obtiveram sucesso com a produção da voz esofágica (um dos tipos de reabilitação vocal), visto que, os mesmo terão condições de voltarem a se comunicar verbalmente, trazendo mais autonomia e empoderamento, permitindo mudanças na qualidade vida", comemora Danielle Terto, coordenadora do Serviço de Fonoaudiologia do HCP. Os pacientes escolhidos para receberem o aparelho foram selecionados pelas fonoaudiólogas do serviço seguindo três critérios principais. "Demos prioridade aos que estão há mais tempo em reabilitação vocal, que tiveram insucesso na aquisição da voz esofágica, e os que possuem menor condição financeira, já que um aparelho desse custa em média R$ 3 mil reais", complementa Danielle.

O câncer de laringe é um dos cânceres mais comuns entre os que atingem a região da cabeça e pescoço, representando cerca de 25% dos tumores malignos que acometem essa área (INCA 2018). De acordo com estágio em que a doença se encontra, são vários os tratamentos, incluindo a laringectomia total (nos casos mais avançados), onde ocorre a retirada da laringe, resultando na perda da voz laringea, e em traqueostomia definitiva, a abertura de um orifício artificial na traqueia. "Com a laringectomia total o paciente precisa reaprender a falar. A laringe eletrônica é um dos métodos utilizados, mas muitos não têm acesso devido ao alto custo do aparelho", explica Ana Araújo, fonoaudióloga do Serviço de Fonoaudiologia do HCP. As outras duas técnicas de reabilitação vocal são a  voz esofágica (produzida através do esófago) e a prótese traqueoesofágica (voz produzida através de uma prótese inserida em uma abertura na parede que separa a traquéia e o esôfago).

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Especialistas em câncer do Karmanos Cancer Institute, nos EUA, desembarcam no Recife no próximo dia 25 de abril para participar do IX Simpósio Recife-Detroit. Este ano, o evento, organizado pelo Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), irá reunir grandes nomes locais e internacionais da Oncologia para discutir o futuro da medicina e do tratamento oncológico. Entre as presenças confirmadas nesta edição, estão o urologista dr. Edson Pontes, o cirurgião dr. Donald Weaver, o patologista dr. Wael Sakr e o futurista David Ellis, além de médicos do próprio HCP. Em pauta, temas como futurismo, genética, biologia molecular e integração de computadores.

O destaque desta edição é a presença do futurista David Ellis, que irá abordar aspectos relacionados à tecnologia e ao futuro do tratamento oncológico. “Hoje, nós temos drogas e exames que apresentam resultados fantásticos, mas que são extremamente caros. Como lidar com isso? Esse é um tema muito importante especialmente para quem é gestor e quer saber para onde a Medicina está caminhando”, pontua o coordenador do Simpósio Recife-Detroit, dr. Felipe Dubourcq.

INSCRIÇÕES

O Simpósio Recife-Detroit é promovido pela Detroit International Research & Education Foundation (Diref) em parceria com o HCP. Direcionado para médicos, residentes e estudantes de Medicina, o projeto visa promover a troca de conhecimentos entre especialistas em Oncologia. As inscrições são limitadas e podem ser feitas gratuitamente na Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP, a partir do dia 8 de abril. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3217.8197.

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Mais de 450 profissionais de saúde, quatro salas de debate, mais de 150 palestras ministradas: esse é o resultado do IV Simpósio em Oncologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), realizado nos últimos dias 12 e 13 de abril, no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem. Idealizado pela Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP, o evento promoveu a disseminação e a troca de conhecimentos sobre a prevenção, diagnóstico, tratamento e pesquisa do câncer através de aulas ministradas por renomados profissionais da saúde, que abordaram diversos conteúdos dentro de temas como a oncogenética, câncer colorretal, urologia, cuidados paliativos, mastologia, entre outros.

“É com imensa satisfação que mais uma vez estamos realizando este rico evento científico. O programa elaborado e a presença de renomados palestrantes do cenário nacional mostram como enriquecedora é a troca de conhecimentos no IV Simpósio do Hospital de Câncer de Pernambuco”, destaca Hélio Fonseca, superintendente geral da instituição. Os dois dias de palestras tiveram o propósito de promover a ampliação de conhecimento e de novas tecnologias entre os profissionais da saúde no sentido de oferecer os melhores tratamentos aos pacientes. “Nosso evento tem o diferencial de integrar profissionais de diversas especialidades em uma mesa-redonda sobre o câncer, trazendo a vivência diária de cada um e, consequentemente, aumentando as possibilidades de combate à doença”, salienta doutor Vandré Carneiro, cirurgião oncológico e presidente do IV Simpósio de Oncologia do HCP. 

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 A importância do câncer hereditário, judicialização na assistência oncológica, tratamento de tumores ósseos, qualidade de vida de pacientes laringectomizados, metástase hepática, suporte hemodinâmico, tratamento de câncer de bexiga avançado, Importância do treinamento físico em pacientes com neoplasias hematológicas, e terapia ocupacional foram alguns temas abordados nas palestras. O evento também foi marcado por momentos emocionantes - uma justa homenagem ao doutor Evyo Abreu e Lima, que por 22 anos fez parte da equipe HCP, se destacando pelo profundo respeito e humanidade com que tratava seus pacientes e colegas de profissão. Ainda houve a apresentação do coral Ressoar, formado por pacientes laringectomizados do Hospital de Câncer de Pernambuco.

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Por 22 dois na equipe do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), doutor Evyo Abreu e Lima sempre foi conhecido por sua competência, experiência e pelo profundo respeito com que tratava seus pacientes e colegas de profissão. Em agradecimento aos anos que dedicou ao tratamento de pacientes oncológicos no HCP, a instituição prestou justa homenagem ao médico no IV Simpósio em Oncologia, na última sexta-feira (12).

Durante a abertura do evento, que contou com mais de 400 pessoas, entre profissionais de saúde, funcionários da instituição e familiares do dr. Evyo, o superintendente geral do Hospital de Câncer de Pernambuco, conduziu a solenidade. “Em nome de todos que fazem parte do HCP, é uma honra entregar essa placa de homenagem. Doutor Evyo faz parte da história da nossa instituição e do sucesso no tratamento de inúmeros pacientes“, destacou dr. Hélio.

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Conheça a história do doutor Evyo Abreu e Lima:

Doutor Evyo Abreu e Lima fez sua residência médica no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), complementada com estágios no Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro, e no Hospital AC Camargo, em São Paulo. Em 1980, assumiu o cargo de médico titular do Departamento de Clínica médica do HCP, tendo exercido essa função durante 22 anos.

É especialista em cancerologia e oncologia clínica pela SBC, SBOC, AMB, CFM. Foi professor do departamento de medicina clínica da UFPE desde 1978 até a sua recente aposentadoria. Como professor, além de suas aulas regulares da graduação e na residência médica, realizou vários cursos de extensão em cancerologia, alguns deles como parte do Programa de Controle do Câncer (PRO-ONCO) do Ministério da Saúde e Instituto Nacional de Câncer. Foi fundador e chefe do serviço de quimioterapia do Hospital das Clínicas da UFPE.

Entre as condecorações que recebeu, foi homenageado pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, em setembro de 2016, quando da realização do primeiro Onco Nordeste. Foi também o médico mais votado dentre todas as especialidades na pesquisa “Médico Indica Médico”, realizada pela Deloitte, em 2011, como demonstração do seu reconhecimento na cl

 

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A partir do próximo dia 11 de abril, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) passará a contar com um novo serviço: o Ambulatório de Pré-anestesia. No local, pacientes com indicação de tratamento cirúrgico serão avaliados por médicos anestesiologistas da instituição, que irão estabelecer o risco anestésico-cirúrgico, aumentando a segurança do paciente e diminuindo a chance de suspensões e adiamento de cirurgias. O Ambulatório de Pré-anestesia funcionará de segunda a sexta-feira, no mesmo espaço onde funcionam os ambulatórios de Urologia, Ortopedia e de Pélvis. 

O atendimento no local será realizado de segunda a sexta, em horários distintos. A ideia é que os pacientes sejam direcionados para o Ambulatório de Anestesia logo após a consulta que definir a realização da cirurgia. A solicitação de avaliação pré-anestésica deverá ser assinada pelo próprio médico cirurgião. O atendimento será feito no mesmo dia, se possível, ou na data do internamento, quando o paciente será considerado prioridade. Também serão considerados prioritários os pacientes que receberem a indicação de cirurgia enquanto estiverem internados na instituição. Nesse caso, caberá à equipe de Enfermagem acionar a equipe de anestesiologistas para que a visita pré-anestésica seja realizada na própria enfermaria. 

Na consulta com o médico anestesiologista, será realizada a avaliação pré-anestésica, que é obrigatória e possibilita a coleta tanto de informações importantes para a realização correta do procedimento anestésico quanto da assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido. De acordo com o coordenador do Serviço de Anestesia do HCP, dr. Breno Fonsêca, o principal objetivo é garantir a segurança do paciente. "Através dessa consulta, o médico irá conhecer o paciente, estratificar o risco e repassar todas as informações para que, no dia do procedimento, o anestesiologista possa traçar a melhor estratégia para ele", disse. 

METAS OMS 

A criação do Ambulatório de Pré-anestesia é um desdobramento da Meta 4, uma das metas internacionais de segurança do paciente estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – e que estão sendo adotadas pelo HCP. A Meta 4 visa "assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos". "Essa é uma forma de assegurar que os pacientes do HCP não sofrerão nenhum risco desnecessário e que ele também esteja ciente disso. O nosso objetivo, sempre, é a segurança do paciente", frisa a coordenadora de Gerenciamento de Risco do HCP, Renata Galindo.

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O urologista dr. Fabrício Ramos finalizou, na última quinta-feira (28), a sua participação na terceira edição do Programa de Fellowship em Urologia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O câncer de próstata foi o tema escolhido pelo médico para a elaboração de sua monografia, requisito final para a obtenção do certificado de conclusão do Fellowship, que foi apresentada na biblioteca da instituição. O novo fellow, o urologista Josiberto Coutinho, iniciou sua participação no programa na última segunda (1º).

Em sua monografia, o médico estudou a correlação histopatológica entre os achados da biópsia de próstata, procedimento essencial para a identificação de um possível câncer, e os da espécime cirúrgica, avaliada após a cirurgia de retirada da próstata e das vesículas seminais, chamada de prostatovesiculectomia radical. O estudo foi realizado a partir da análise dos prontuários de 51 pacientes do HCP diagnosticados, inicialmente, com câncer de próstata. O parâmetro de comparação escolhido foi a escala de Gleason, utilizada pelos patologistas para classificar, numericamente, o grau de agressividade do tumor. A pesquisa revelou concordância nos laudos das biópsias e das espécimes cirúrgicas de 24 pacientes, resultados semelhantes aos identificados na literatura médica. 

O Fellowship em Urologia Oncológica é um programa iniciado em 2016 no HCP que visa de contribuir na formação de urologistas especializados no tratamento do câncer. Durante um ano, o médico participante do programa pôde acompanhar, de perto, a rotina dos especialistas da instituição. "Esse momento é sempre de muita alegria para nós, que podemos acompanhar a evolução do fellow durante um ano. Para nós, é motivo de orgulho que vocês sigam os seus caminhos tentando fazer o melhor para os pacientes", declarou o coordenador do Fellowship, dr. Luiz Henrique. 

"Quando cheguei ao HCP, eu descobri que ainda tinha muito para aprender. Aqui, somei aprendizado tanto no conhecimento técnico, quanto no cirúrgico. Para mim, esse foi um ano de amadurecimento de tudo aquilo que aprendi durante a minha residência", afirmou dr. Fabrício Ramos. O médico teve a sua monografia aprovada pelos urologistas dr. Leônidas Nogueira e dr. Rômulo Vasconcelos, ambos do HCP.

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Apesar de raro, representando 2% do total de cânceres diagnosticados, o câncer ósseo possui um alto índice de mortalidade, atingindo principalmente crianças, adolescentes e idosos. Não existe maneira de prevenir esta doença, sendo o diagnóstico precoce a melhor forma de garantir a qualidade de vida do paciente e até a cura. Pensando na importância da conscientização sobre o tumor, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) engajou-se na causa e criou a campanha “Abril Amarelo”, que em 2019 chega ao seu 5º ano, com o objetivo de fazer este importante alerta.

 O câncer ósseo é um tumor maligno que acomete qualquer parte do osso, na maioria dos casos os ossos longos, como braços, coluna, coxa e bacia. Esse acometimento pode ocorrer diretamente no osso, chamado de tumor ósseo primário, ou através de uma metástase, chamado de tumor ósseo secundário. No segundo tipo, antes dos ossos serem afetados, ocorreu o desenvolvimento do tumor em outros órgãos, como a próstata, por exemplo, e em seguida espalhou-se para os ossos. “Entre os tumores primários, o osteossarcoma, o sarcoma de Ewing e o condrossarcoma são os mais comuns. Os dois primeiros, mais agressivos, são encontrados em crianças e adolescentes, especialmente na área ao redor do joelho. O condrossarcoma, por sua vez, é comum em adultos e costuma atingir a área da bacia. Adultos e idosos, no entanto, são mais acometidos por tumores metastáticos, ou seja, que são oriundos de outros tipos de câncer”, destaca doutor Marcelo Souza, coordenador do serviço de ortopedia oncológica do HCP. 

 O diagnóstico precoce é a melhor forma de garantir resultados positivos para o paciente, aumentando em duas ou três vezes a chance de cura em comparação com um paciente que descobre tardiamente. Para isso, é preciso ficar atento aos sintomas como a dor intensa, com aparecimento maior à noite ou ao se mexer; inchaço nas articulações, com presença de nódulos; ossos que se quebram facilmente, febre, perda de peso sem razão aparente e cansaço. 

 Descobrir precocemente, assim como as condições gerais do paciente também indica o tratamento adequado, podendo ser a cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou uma combinação delas. Depois de tratado o paciente também deve saber que exames e avaliações periódicas fará parte da sua rotina para garantir o tratamento da doença o mais rápido possível, caso identificado novamente. 

 

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) e a Interfisio, empresa dedicada à capacitação de profissionais de Fisioterapia, firmaram um convênio para aprimorar o conhecimento de pós-graduandos interessados em aprender mais sobre a Fisioterapia Oncológica. No segundo semestre, o HCP irá receber os estudantes da segunda turma de Especialização em Fisioterapia Oncológica da Interfisio para que eles possam vivenciar, na prática, os assuntos que foram discutidos nos módulos teóricos do curso. Fisioterapeutas do HCP, residentes ou colaboradores da casa, podem se matricular na especialização com 20% de desconto. 

No total, o curso possui carga horária de 360h, sendo 20h destinadas à prática. As aulas teóricas foram iniciadas no último dia 23 de março. A parceria com o HCP visa atender à uma demanda apresentada pelos próprios profissionais. “O diferencial dessa segunda turma é, justamente, essa vivência prática. Escolhemos o HCP porque ele oferece a estrutura que precisamos para atender esses pós-graduandos, especialmente no que se refere ao staff da instituição”, reforça a coordenadora local da especialização em Fisioterapia Oncológica da Interfisio, Nahãmi Lucena. 

No HCP, os pós-graduandos poderão conhecer o trabalho desenvolvido pelo Serviço de Fisioterapia nas UTIs, nos ambulatórios e nas enfermarias. Eles serão acompanhados por duas fisioterapeutas da instituição, que foram beneficiadas com bolsas integrais no curso. “Nós estamos vivenciando uma fase de atualização nas técnicas, protocolos e equipamentos do Serviço de Fisioterapia do HCP e iremos abrir esse espaço para que as pessoas possam conhecer o nosso diferencial na atuação com pacientes oncológicos”, explica a coordenadora Multidisciplinar do HCP, Roberta Borba. 

A parceria, firmada pela Superintendência de Ensino e Pesquisa (SEP), está firmada por um prazo inicial de dois anos, que poderão ser postergados. “Queremos tanto fortalecer e trazer profissionais qualificados para a nossa gestão quanto contribuir com a formação de novos profissionais especializados em Oncologia. O nosso objetivo, sempre, é prestar o melhor atendimento aos pacientes com câncer”, reforça a coordenadora da SEP, Yanne Lisboa. 

COLABORADORES 

Profissionais do HCP interessados em participar da especialização podem se inscrever no curso, até o dia 26 de abril, com 20% de desconto nas mensalidades. Para isso, é necessário acessar o site www.interfisio.com.br e enviar uma mensagem para a empresa através da aba “Contato”. O primeiro módulo da disciplina, já iniciado, poderá ser cursado posteriormente. As aulas acontecem aos sábados e domingos, das 8h às 18h, no bairro do Espinheiro. Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (21) 98272.7389.

 

Avenida Cruz Cabugá, 1597, 50040-000, Santo Amaro - Recife - PE
Ligue: (81) 3217-8000
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